veja Bien…

um olhar inusitado sobre os fatos.

o e-mail 2.0

a notícia mais barulhenta desses últimos tempos, para os geeks e nerds de plantão – depois da E3 -, foi o anúncio que o Google fez sobre seu novo aplicativo, o Google Wave. (ou, em outras palavras, como definido pelos próprios inventores do Wave, o “e-mail como ele seria se tivesse sido criado hoje). o nome é bem sugestivo, dado que wave, em português, quer dizer “onda”, e é bem isso que o Google propõe: uma ferramente que funcione em ondas, continuamente.

a ideia do novo “e-mail” é juntar tudo numa coisa só: mensageiro instantâneo, correio eletrônico, serviços de compartilhamento de arquivos e outras coisas mais, com a diferença de que tudo será instantâneo. tá, o MSN já faz muito disso. não, ele não faz. o “instantâneo” do Wave é instantâneo mesmo; enquanto você escreve sua mensagem, responde a um e-mail, a pessoa do outro lado do mundo poderá ler, letra por letra, aquilo que você quer dizer!

além disso, quando o usuário do Wave quiser compartilhar fotos, bastará que ele as arraste para seu “wave” (como eles estão chamando as “conversas”) e, na mesma hora, a(s) outra(s) pessoa(s) já as estará(ão) vendo! tudo de forma muito simples e prática.

o melhor de tudo é que o conceito de Wave será livre. isso quer dizer que não importa quem mais o queira usar, poderá. ou seja, Google Wave é só o nome da ferramente do Google, mas pode vir a existir o MSN Wave, o Yahoo Wave e etc. o que o Google venderá é a ideia Wave.

a ferramente ainda está em fase beta de testes, e só é aberta para poquíssimos usuários, mas o Google pretende lançá-la ainda este ano. será, certamente, A revolução da internet.

 

vBi

Junho 2, 2009 Publicado por Lucas | Comportamento | , , , , , | Sem comentários ainda

Campanhas digitais

Ainda falta muito para o Brasil chegar a um nível realmente irritante (porém eficiente) de marketing político. O povo reclama da meia hora reservada na televisão e nas rádios (de sinal aberto), mas por aqui a propaganda política ainda é muito restrita. Nenhum candidato, aparentemente, descobriu ainda o Twitter, porém, alguns poucos já encontraram, desde esta eleição, na disseminadíssima rede de relacionamentos Orkut, um meio de mostrar-se.

Falo do Twitter porque, claro, estou maravilhado com a ferramente, mas são poucos os candidatos que possuem blogue ou que usam do meio digital – em expressiva ascensão – para fazer propaganda política. O que é uma pena. Nos Estados Unidos, por exemplo, a prática já é mais ou menos comum, bem mais do que por aqui, é certo. Lá, os principais candidatos à presidência possuíam perfis no Twitter, blogues (do Obama e do McCain), perfis em algumas redes de relacionamentos, banners espalhados por quase todos os sites importantes e propragandas em páginas acessadas em massa por jovens, como MySpace.

A estratégia de ambos os candidatos é ótima, e poderia ser adotada no Brasil. A internet é, hoje, um dos principais meios de comunicação e divulgação de informação, e o País é um dos líderes no ranking de acessos. Falta somente aos marqueteiros um pouco menos de conservadorismo e maior visibilidade para entender que o futuro está aí. Os recursos que a Web 2.0 nos oferecem podem e devem ser explorados, porque a geração posterior – nós que votamos agora – está mais que ligada a isso.

vBi

Setembro 12, 2008 Publicado por Lucas | comentários e observações, politicagem | , , , , | 1 Comentário