Kids ganha clipe finalmente!
“enfim”. é a única coisa que os índios do meu Brasil devem estar conseguindo dizer neste momento! se Cuba ontem foi A notícia, hoje, no mundo indie, o clipe de Kids é a bomba. a música, mais famosa do grupo MGMT, e hit indie do ano passado, ganhou finalmente clipe. hoje, no site oficial, foi postado um link para o vídeo.
o filminho é tão psicodélico quanto a banda e a música. não esperem muita coisa. mas o que vale mais a pena é o bebê! ele é muito bacaninha! dá um pouco de dó porque ele sofreu o clipe praticamente inteiro, mas os caras do MGMT garantem que ele não foi machucado de forma alguma. mesmo assim…
nada de muito especial, mas, ainda assim, um dos clipes do momento. não quero contar nada, que é para todos terem o gostinho de assistir sem saber quase nada. (bom, tá, que ia ter pelo menos um “kid” todos deviam imaginar, então aquilo não entra nisso! hahaha)
5, 4, 3, 2, 1…
vBi
monobloco
depois do carnaval, eu resolvi comprar o CD do Monobloco e estou viciado. é realmente muito bom. não tem como dizer que você não gosta desse tipo de música!

Monobloco ao vivo, capa do CD
eu comprei, na verdade, o cd Monobloco Ao Vivo. tem 14 músicas, dentre as quais vários clássicos do samba nacional e umas versões de forró muito legais. todas as faixas são extremamente pra cima e é aquele típico CD de domingo de almoço em casa com os pais.
o negócio do Monobloco é parecer, justamente, um bloco de carnaval, daqueles que saem nas ruas do País – menos de SP, aparentemente. as músicas têm todas uma batida de marchinha/sambinha. é a retomada do carnaval brasileiro para qualquer época do ano!
o que eu mais gostei no CD, no entando, é que as faixas são contínuas. claro, porque é ao vivo, mas eu gosto desse tipo de CD em que uma música termina e começa a outra sem o ouvinte perceber. e isso dá um ritmo sem igual ao CD! e não é que os caras toquem músicas super animadas e rápidas o tempo inteiro, então a disposição das faixas ficou muito bem feita, pois ela acalma e reanima nos momentos certos!
dá orgulho de ser brasileiro ouvir ao Monobloco ao Vivo. sabe aquela sensação de “esse é o rito do meu país”? é bem isso. tem clássicos do Tim Maia, uns funks, Jorge Ben…
CD de carnaval que serve para qualquer época do ano. é só acordar, colocar e ver a vida ficar mais feliz. nem tem como ficar parado.
ainda falta eu assistir ao DVD, que comprei junto. aliás, o vocalista não é o cara da “diarista”?
vBi
Deezer
Não, não é um erro de digitação. Veja bem que é Deezer mesmo, não Weezer. (embora ambos sejam ótimos!).
Lembram do post de ontem, quando falei para ouvirem uma versão de “Read My Mind” em um site? Pois bem. Se é que alguém acessou (uma vez que meu blogue não deve ser lido ainda), descobriu um site chamado Deezer. Nada mais é que um Last.Fm inteiramente gratuito no qual você pode, inclusive, ouvir às músicas ao invés de somente mandá-las para seu perfil. O melhor de tudo é que você não precisa nem mesmo cadastrar-se para escutar o que quiser. Bastante prático para pessoas que estão no computador alheio, no trabalho, na faculdade, etc etc etc. (são muitas as variedades)
O bom do Deezer é que você pode encontrar qualquer música, basicamente. Não que devam ficar tentando achar TODAS, mas serve bem. É um negóciozinho bem prático e, bem…é um dos poucos sites de música liberados na minha faculdade. Acho que ainda não o descobriram. Digo isso porque me irritei profundamente quando bloquearam o Twitter semestre passado! Sério, quem considera Twitter uma ferramente não-pedagógica para um estudante de JORNALISMO (MULTIMÍDIA, ainda por cima)?!
Ainda estou aqui descobrindo as maravilhas do Deezer, mas é bacana!
vBi
Yelle vai a Reykjavik
E não é que a “Pop/Pop/Clube” – segundo o próprio MySpace -, também Indie, Yelle resolveu sair por aí fazendo shows em tudo quanto é lugar menos no Brasil? Achei graça quando li que a querida (atualmente) hype do eletro vai a Buenos e não passa nem por Foz que seja!
Sempre acho triste quando esse tipo de artista não resolve passar por aqui. Para ser sincero, nem curto muito Yelle, e só conheço mesmo o hit “A Cause Des Garçons”, mas ah…É aquele show tipo Gossip: você vai só por causa de uma música e quem sabe não sai amando a banda?
Mas o curioso mesmo foi eu ver ali que a cantora vai até Reykjavik. Acho tudo isso muito exótico, na verdade. É o tipo da cidade que você simplesmente NÃO pensa em fazer show se você é uma banda. Já disse: não por motivos iguais aos que levam as bandas a não colocarem o Brasil nas suas listas, mas por ser simplesmente um local bem exótico. Será que as pessoas conhecem Yelle lá? Será que o show lota? Só ouvi dizer que lá, durante o verão, não existe noite.
O fato é que tenho curiosidade de conhecer Reykjavik. Pena que não dá para ir a tempo de pegar o showzinho hype! Exótico.
adendo: o mais engraçado de tudo sou eu escrevendo o post enquanto ouço Drowned World/Substitute for Love da rainha do pop.
vBi
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