Kids ganha clipe finalmente!
“enfim”. é a única coisa que os índios do meu Brasil devem estar conseguindo dizer neste momento! se Cuba ontem foi A notícia, hoje, no mundo indie, o clipe de Kids é a bomba. a música, mais famosa do grupo MGMT, e hit indie do ano passado, ganhou finalmente clipe. hoje, no site oficial, foi postado um link para o vídeo.
o filminho é tão psicodélico quanto a banda e a música. não esperem muita coisa. mas o que vale mais a pena é o bebê! ele é muito bacaninha! dá um pouco de dó porque ele sofreu o clipe praticamente inteiro, mas os caras do MGMT garantem que ele não foi machucado de forma alguma. mesmo assim…
nada de muito especial, mas, ainda assim, um dos clipes do momento. não quero contar nada, que é para todos terem o gostinho de assistir sem saber quase nada. (bom, tá, que ia ter pelo menos um “kid” todos deviam imaginar, então aquilo não entra nisso! hahaha)
5, 4, 3, 2, 1…
vBi
o show do ano (que ainda nem começou direito)

Thom Yorke ao piano: o ápice da música contemporânea
são 22h – no meu relógio, inclusive, um pouco antes disso. as luzes do palco do festival Just A Fest se apagam e o público começa a delirar. é o Radiohead que está entrando. é Thom Yorke que chega à frente do palco para saudar os brasileiros – muito embora sem falar nada por enquanto. aí que começa, com 15 steps, a apoteose indie nacional, o ápice de todas aquelas 30 mil pessoas que se reuniram na Chácara do Jockey, em São Paulo, para conferir o show tão prometido e nunca realizado até então.

o show do ano. alguém consegue bater?
não há palavras exatas que me venham à cabeça para descrever o show do ano. não por frescura, mas eu simplesmente não me lembro da apresentação. a dose de adrenalina e emoção foi tanta que é como se eu não estivesse ali naquele espaço. e, confesso, eu NÃO sou fã ardoroso de Radiohead, e, se soube cantar 10 músicas, foi demais – foram 26 ao total.
do momento em que entrou, até quando saiu oficialmente, afinal, foram 3 bis, o Radiohead emocionou, alegrou e contagiou o público. gente do Brasil inteiro tinha vindo para ver a apresentação histórica que, na minha opinião, está entre as 5 melhores de todos os tempos. e Thom Yorke e companhia certamente devem ter se emocionado com o calor e receptividade brasileiros, depois de tantos anos de espera ansiosa.
em três músicas, que eu realmente não lembro quais – volto a dizer: apaguei da minha memória, só lembro da sensação-, o grupo já tinha parado de cantar quando as possíveis 30 mil pessoas na Chácara do Jockey entoaram um coro arrepiante e continuaram a música. em um dos momentos, Yorke voltou a música e a banda acompanhou, perplexa, os fãs. era engraçado, principalmente para quem estava mais à frente, notar a expressão dos músicos, que não paravam de apaludir o público e emocionavam-se conosco. (o brasileiro não fez feio, huh?)
havia um sentimento, aliás, de se estar em um arco-íris, ou melhor, em vários arco-íris. sem exageros, mas a música do Radiohead levava as pessoas para outra dimensão, bem mais leve e colorida.

show, literalmente, In Rainbows
claro, todo o conjunto da obra ajudou o Radiohead a consagrar-se como “a apresentação do ano”. a montagem do palco e as luzes deram um toque especial a mais às canções – dramático e emocionante. surreal era estar vendo o Radiohead no Brasil em meio a uma confusão de luzes - In Rainbows? - e de sensações. as cores das luzes mudavam a cada música, e atingiram seu ápice ao final do show, quando, maestrosamente, o Radiohead tocou seu maior hit, Creep, e os canhões de luz que ficavam atrás da banda estouraram em diversas cores. outro momento que, embora eu quisesse muito lembrar e ter registrado em minha memória, não sei como foi. aliás, sei, porque lembro da sensação, da emoção, da beleza, mas não fisicamente das luzes.
o curioso da apresentação do Radiohead é que estava clara toda a importância daquele show. havia gente ali que era fã, meio fã, fã fervoroso, e gente que nem gostava tanto, mas queria ver o Radiohead porque era o Radiohead, porque eles estavam, finalmente, no Brasil.

o momento emocionante em que Thom Yorke tocou "Eveything In It's Right Place"
não tem como negar que, mesmo o ano mal tendo começado, dificilmente alguém baterá o Radiohead. 2009 já é deles. e é deles porque seus shows aqui, antes de mais nada, estavam carregados dessa simbologia especial: a primeira vez que eles vinham ao País. também porque Radiohead é sinônimo de indie E de rock. e, claro, porque eles não deixaram nada a desejar ao seu público e fizeram apresentações memoráveis, tanto no Rio quanto em São Paulo.
não há descrição boa o suficiente que explique o que foi esse show. não há fã que consiga pôr em palavras o que sentiu no dia 22 de Março de 2009. não existe ninguém que estivesse ali que possa dizer, efetivamente “o show foi assim” ou “assado”. e não porque não queiram ou não sejam bons o suficiente, mas porque, imagino que vão concordar, é impossível. impossível porque, nessa noite de 22 de Março, o Radiohead tomou conta deles, do corpo de cada um, e só nos largou ao som de Creep, quando todos já se desesperavam pelo fim de algo que poderia ter sido infinito.

"no matter how it ends. no matter how it starts"
e o visto?
só tem um pequeno problema para as apresentações da cantora norte-americana Madonna nas próximas semanas aqui pelo Brasil. um probleminha simples, assim coisa básica: ela não tem visto para entrar no País. nem ela nem seus 128 ajudantes de palco. e há apenas duas semanas da primeira apresentação, todos têm que correr atrás disso.
é claro que, sendo a pessoa que é, para tudo dá-se um jeito. o “jeitinho brasileiro” de se resolver as coisas. mas não deixa de ser trágicômico tudo isso!
se ela consegue mudar o tráfego aéreo britânico, coisa que só a Rainha consegue além dela, ela certamente entra em nosso humilde Brasilzão. não se desesperem fãs ardorosos. seus 600 reais estão garantidos!
day and age
já está disponível pelo iTunes (e apenas por lá) o CD novo dos norte-americanos The Killers. o álbum é o terceiro deles e o quarto lançado pela banda – lembrando sempre que Sawdust, o último trabalho, era só uma coletânea de raridades e b-sides.
tentei por aqui procurar o CD nas lojas brasileiras, mas apenas o submarino está vendendo, e na verdade está fazendo uma pré-venda, pois o lançamento oficial no Brasil está previsto para 1/12. por enquanto, só quem quiser pagar para baixar as músicas pelo iTunes mesmo…mas ter o CD é sempre melhor, né?
esse terceiro álbum já será lançado com dois grandes hits, Human e Spaceman, os dois singles lançados recentemente. além disso, será um disco totalmente diferente de qualquer outra coisa que o Killers já tenha feito, segundo afirmou o próprio vocalista da banda, Brandon Flowers. desta vez eles resolveram ficar muito mais eletrônico, o que já parece ser uma tendência para essas bandas indie, e dançantes.
será que desta vez emplaca?
vBi
Planeta Terra
quase uma semana depois, finalmente arranjei um tempinho pra postar aqui o que achei do festival…(isso é que é final de semestre para quem ainda é estudante)
bom, vamos começar do começo. já eram quase 20h quando cheguei à Vila dos Galpões, e o show do Jesus and Mary Chain já tinha começado. a banda, uma das mais esperadas por essa nação “índio” de São Paulo e afins, não estava lá muito empolgante. aliás, parece-me que o grande problema do Terra deste ano foi justamente esse: falta de empolgação (no palco principal).
o Jesus and Mary Chain mandou umas musiquinhas conhecidas, o povo cantou um pouco junto, mas
ninguém estava pulando e aos berros. ao mesmo tempo, no palco Indie, rolava o fantástico show do Foals…
Foals. jamais tinha ouvido falar na banda, e só fui ver o show porque o JaMC estava insuportável. e foi a melhor coisa que fiz! peguei o show já do final, mas estava super dançante. as pessoas do palco indie sim estavam super empolgadas e dançantes – aquilo parecia uma balada. e no finzinho mesmo, quando o povo começou a vir para o show do Spoon, parecia que não caberia mais ninguém ali!
e aí Foals acabou para dar espaço a Spoon, que de mansinho veio animar o povo também. não conhecia
muito também todas as músicas, mas o jeito paradão do Spoon não fez com que a galera desanimasse: pelo contrário, todos ficaram bem empolgados. mas para mim Spoon acabou mais cedo, afinal Bloc Party viria logo em seguida e eu não queria perder!
em Julho de 2007, em Werchter, na Bélgica, assisti a uma das melhores apresentações do Bloc Party. Kele comandava a multidão e achava tudo lindo. e sem CD novo, todas as músicas já eram hit e todos cantavam junto. já no Brasil, um ano e pouco depois e um CD depois também, o show foi bem diferente.
a maioria das pessoas com quem conversei achou o show morno exatamente porque o Bloc Party mandou muita música nova. vou ser sincero: é tudo uma questão de “veja bien”…aonde eu estava, na frente, deveria ter somente fãs da banda. então ali sim estava tudo bem animado. quer dizer: não tem como você não se animar e não pular e gritar quando todos à sua volta o estão fazendo. por isso gosto de ver show da frente, porque mesmo quando você não conhece a banda, se diverte.
bom, como ia dizendo, fiquei na frente, e mesmo quando o Bloc Party mandava suas novatas (algumas nem tão novas assim, como os hits Mercury e Flux, que infelizmente o povo não conhecia) todo mundo surtava aonde eu estava. e desnecessário dizer que os hits do primeiro CD, principalmente Banquet e Helicopter parecerem que iam fazer todo o mundo morrer de pular.
(aliás, achei o Kele extremamente simpático. acho que depois da apresentação em Buenos, ele deve ter ficado feliz que aqui pelo menos tinha gente e o povo cantava junto. uma hora ele até deu um sorrisinho e, quando a menina ao meu lado acenou para o palco, ele acenou de volta!)
uma coisa que não me sai da cabeça foi, um ano atrás, quando eles também fecharam o show com Helicopter. depois de só mandarem hits, Kele parou, virou para todos aqueles belgas e disse: “essa última música…bem, eu só quero que ela entre em cada um de vocês. eu quero que cada pessoa aqui sinta a música dentro de si, e que se deixe dominar por ela…afinal, é um de nossos maiores sucessos…e não é pra ninguém ficar parado”. e, de repente, bum: parecia que o festival acabaria no instante seguinte à música e que todos deveriam aproveitar ao máximo. em São Paulo foi ok. (novamente, aonde eu estava foi ótimo, mas não olhei para trás para verificar…falo pelo que ouvi dizer)
e depois de Bloc Party viria Kaiser Chiefs. infelizmente não fiquei para ver o show. nesse mesmo festival que fui ano passado, eles também tocaram, só que antes do Bloc Party. e achei a apresentação bem ok. no fim foi erro meu, porque disseram que o show foi ótimo. mas novamente…é tudo uma questão de “veja bien”…
no fim, achei que o Terra foi OK…depois de tudo que todos (inclusive eu) falaram do Tim, ele acabou se saindo melhor este ano. não por nada, mas apesar dos preços e de tudo, o povo era mais animado, e as bandas levantaram a pessoa – exemplo disso é o show quase que íntimo do Klaxons em SP que parecia que ia destruir o Ibirapuera.
Bloc Party deveria ter ido pro palco indie. Foals merecia mais atenção. Offspring estava deslocado. Spoon foi legal. Kaiser Chiefs poderia ter sido Amy Winehouse.
no fim, shows sempre são algo bom. agora vamos esperar Radiohead!
vBi
Are we human? Or are we denser?
É dificílimo para um fã de uma banda fazer uma resenha ou comentar qualquer coisa dela sem ser parcial. Bem, quem disse que eu faço questão de ser imparcial?! Duvido muito que alguém vá discordar da minha opinião mesmo.
O discurso todo é pelo novo single do The Killers, lançado mundialmente ontem. A música chama-se Human, e está disponível no site oficial da banda. É simplesmente genial, e tenho certeza que dentro de poucas semanas será o estouro do momento. A música já foi lançada para ser hit, para ser a nova Mr. Brightside. E pode conseguir. Os caras da Rolling Stone chegaram a dizer que Day and Age, nome do novo álbum, é simplesmente “a melhor coisa que eles já fizeram”. (a entrevista completa com eles você lê aqui.
Não ficarei falando muito. Ouçam, avaliem, e cheguem às suas próprias conclusões. E concordem comigo…(ou não).
vBi
ouvindo: Human – The Killers
Sem lenço, sem ingresso…
Desde meia-noite da quarta-feira que eu, assim como milhares de outras pessoas, tento comprar um ingresso para o show da rainha do pop, Madonna. E assim como milhares, também, não consegui nada até agora. Da pista VIP já desisti, e a esse momento só me restam duas opções: arquibancadas e pista.
A situação demonstra a falta de organização da empresa Time4Fun, responsável pela venda dos ingressos e por trazer a cantora ao país. O site disponível para a compra encontrava-se congestionado durante todo o dia de ontem; tentar comprar pelo telefone era inviável; enfrentar filas de 12 horas eu não podia. O que resta? Provavelmente não irei ao show porque as promessas de facilidade de compra prometidas pela empresa não foram cumpridas, mesmo tendo eu, desde às 0h00 de quarta até agora não ter parado de tentar comprar o ingresso.
Quem conseguiu comprar espere só para ver como vai ser no dia dos shows em si. Continuarei tentando aqui, enquanto isso. E esperando que os boatos de uma possível terceira data tornem-se reais.
O fim da mixtape
E sábado foi a última vez oficialmente que a festa semanal do Dj Guab, a .Mixtape., aconteceu. Agora, mesmo quando o Dj e agora empresário abrir sua nova casa em Novembro (a Neu), sua festa aos sábados terá outro nome e, talvez, uma proposta um pouco diferente. De cá para lá, serão dois meses em que os indies de São Paulo estarão órfãos de balada para o fim de semana, a não ser que queiram continuar a frequentar o Milo Garage, que terá a festa de quarta-feira mudada para o sábado.
Às 22h30 do sábado já havia uma fila enorme na frente do Milo. Parecia que São Paulo inteira queria participar da histórica última .Mixtape.. Às 23h10, pouco depois de aberta a casa, esta já estava lotada, e 23h30 a festa já tinha oficialmente começado – geralmente o Guab espera até umas 1h30 para começar efetivamente com a animação. O último dia foi seu longset, que não esvaziou a pista em momento algum, tenha sido pelas pessoas que o queriam prestigiar ou porque estava realmente muito bom.
Logo ao chegar, Gustavo Abreu estava entregando o quadrinho da .Mixtape. aos amigos para que assinassem. Poucos minutos depois, a pista estava lotada. Durante a noite toda, ele comandou a festa indie mais famosa de São Paulo sem deixar em momento algum que o público desanimasse. Isso sem deixar de fazer o que bem queria. O Dj é conhecido por colocar no meio de seus set-lists músicas brasileiras, às vezes adoradas pelo público, outras vezes odiadas. Em sua última noite, ele não fez questão de agradar ninguém nesse sentido, e tocou o que bem entendeu. Quem estava ali estava porque era a última vez.
Em alguns momentos-chave, parecia que o Milo iria desabar: quando tocou Banquet, do Bloc Party, Mr. Brightside, do Killers, Trem das Onze, dos Demônios da Garoa, e tantas outras adoradas por quem vai lá. Parecia que ninguém queria ir embora, que não queriam que acabasse. Às 6h, quando geralmente o Milo já está vazio, ainda havia consideravelmente bastante gente na pista, e nem mesmo Faroeste Caboclo foi capaz de expulsar o povo.
Quase 7h, o Milo finalmente fechou suas portas. Quem costuma ficar lá até o final, ficou. Guab, que quase sempre fica conversando com o povo, foi embora rapidamente, sem muita conversa. Talvez fosse emoção demais para ele, talvez tenha sido mesmo só o cansaço. O staff do Milo foi embora, as pessoas dispersaram e, pouco a pouco, um ciclo encontrou seu fim enquanto os seguranças ocupavam-se em juntar os lixos. O dono da balada, o próprio Milo, já havia ido fazia tempo. Sem muito, como se sábado que vem todos fôssemos nos encontrar novamente ali para ver o Guab tocar na .Mixtape., tudo foi tendo um fim e todos indo embora sem muito dizer e deixando para trás as portinhas de vidro do Milo Garage fechadas.
vBi
.Mixtape. goes Neu!
Ok. Eu já sabia da informação, mas achei melhor não divulgar nada porque não me cabia essa tarefa e por motivo de amizade. Perdi o furo depois que o Lúcio Ribeiro – do Popload – resolveu contar hoje aquela que é “a fofoca do ano” da noite paulistana: a festa .Mixtape., comandada pelo Dj Guab, sairá este final de semana do Milo Garage para reabrir em uma nova casa em um local totalmente…excêntrico – Água Branca.
Existente já há anos, a festa de sábado do Milo era a que mais lotava, e certamente sempre foi um exemplo de festa Indie na noite paulistana. Nunca houve festa que conseguisse disputar com as 4 horas de fila que aguardavam todos os sábados para ouvir o Dj indie mais famoso de São Paulo tocar, chovesse, fizesse frio ou calor.
Agora, a .Mixtape. se muda juntamente com o DJ e sua trupe para um novo lugar em São Paulo que provavelmente chamará-se “Neu” – que, coincidentemente, em Alemão significa “novo”. Além da festa de sábado, a Peligro, que acontecia às quintas, também vai junto. A última vez que ambas as festas acontecem no Milo Garage será esta semana.
Detalhes de como será o lugar ainda não foram dados, até porque ninguém visitou ainda a casa nova. Além das festas retiradas do Milo – imaginem como ele não deve estar -, a festa de sexta do clube Berlim, que é dos mesmos donos da Peligro, também deve mudar-se para o novo espaço, que deve ficar perto do Parque da Água Branca.
São Paulo precisava de uma casa nova, e a .Mixtape. precisava de um lugar mais aconchegante. Dá-lhe, Guab.
vBi
Set-list da Sticky & Sweet Tour
Hoje começou oficialmente a turnê Sticky & Sweet da cantora Madonna em Cardiff, Reino Unido. A turnê deve passar por diversos países da Europa, América do Norte e termina em São Paulo no dia 18 de dezembro. Será uma das turnês mais caras de Madonna em toda a sua carreira – só em cristais Swarowski são £1 mi -, e das mais aguardadas.
Com o primeiro show, foi também divulgado o set-list oficial do Tour – disponível pelo Getty Images mesmo -, que pode variar de país para país em alguns detalhes, mas que se mantém basicamente o mesmo durante todo o percurso. Serão quatro “etapas” do show: Pimp, Old School, Gypsy e Rave. Cada um dos blocos possui figurinos diferentes e músicas adeqüadas ao tema.
Confira o set:
(não me dei ao trabalho de tirar a marca do Getty Images porque achei desnecessário…)
vBi
ouvindo: Into the Groove, Madonna
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