veja Bien…

um olhar inusitado sobre os fatos.

Shopping de gente rica

Hoje resolvi dar uma passeada pelo tal do Shopping Cidade Jardim, novo centro de consumo AAA de São Paulo, na Marginal Pinheiros. Só (poucas) lojas internacionais e da nobreza, como Hermés – ainda não abriu -, Giorgio Armani, Daslu, Sony Style, Ermenegildo Zegna, Tiffany e Co., etc. Muitas coisas caras reunidas em um espacinho.

O lugar em si é bastante bonito e diferente de um shopping: é aberto, com muitas árvores, sem praça de alimentação – no lugar, há restaurantes como um lá que é dos donos do Gero - e com bastante espaço. As lojas são todas bem grandes e tudo é de uma ostentação absurda de luxo. Além disso, há pouquíssimas lojas, e a maioria é de consumo de luxo.

Como em todo lugar de riquíssimos, há aquelas pessoas que acham que dinheiro compra tudo no mundo, inclusive direitos sobre os outros. O problema com gente extremamente adinheirada é que muitas delas acham que podem ser grossas com os outros simplesmente porque são “subalternos”. Não é regra, pois tenho muitos amigos que têm grana e não são assim. Mas acontece muito. Um cara, por exemplo, tratou a moça que ficava no caixa do estacionamento simplesmente porque ele achava o preço um absurdo. Detalhe: ele pagou o triplo porque escolheu parar com valet, sendo que o estacionamento do Shopping é mínimo e possui muitas vagas, e o preço fica afixado numa parede, ou seja, ele sabia o quanto pagaria pelo serviço. E a moça, coitada, não tinha culpa nenhuma. Enfim…

Outro drama do dia foi um homem que se achou no direito de estacionar seu carro numa vaga preferencial para idosos simplesmente porque tinha o carrão. Com esse não contei conversa: avisei a moça do caixa na mesma hora e um segurança deve ter pedido para ele tirar o carro dali. Como eu disse: tem gente que tem muito dinheiro, mas parece que se esqueceu de comprar educação com ele – se é que dá para fazer isso.

Apesar dos pesares, como disse, o shopping é bem bonito e agradável. Não tem muito para fazer no sentido que não dá para ficar passeando, visto que não há muitas lojas. Mas bem, que custa uma visitinha para conhecer, né?

 

vBi

ouvindo: Such Great Heights – The Postal Service; Hung Up – Madonna; Lucky Star – Madonna

Agosto 31, 2008 Publicado por Lucas | Pra Boi Dormir, outrem | | 1 Comentário

Ser, ou não ser?

Ontem assisti à montagem de Hamlet em cartaz no Teatro FAAP, na FAAP, em São Paulo. Dirigida por Aderbal Freire Filho, a peça conta uma das histórias mais famosas do escritor inglês William Shakespeare, sobre um jovem príncipe dinamarquês que enlouquece após a morte de seu pai, o Rei, e do repentino casamento da Rainha com seu tio.

Quem já leu Hamlet sabe que o personagem principal, o príncipe Hamlet, é um dos mais complexos da história da literatura. O príncipe é um jovem inteligentíssimo, sarcástico, e de uma densidade extrema. É um personagem extremamente perturbado pela morte do pai e pela sede de vingança, mas sem nunca perder sua razão por completo.

A peça de Aderbal, porém, traz uma montagem um tanto quanto cômica e exagerada do sucesso de Shakespeare. O Hamlet (Wagner Moura) em cartaz é exagerado um pouco além dos limites, e não parece ser o mesmo do livro. Seus ataques de loucura, seus pulos, gritos e acessos cansam o próprio ator, que chega ao final da peça com a roupa enxarcada de suor. O Hamlet do livro, apesar de louco, não é tão exagerado em suas falas e atos, e certamente, mesmo sendo um personagem de livro, não caberia a alguém da realeza ter atitudes como as do Hamlet de Freire Filho.

Aliás, não é só Hamlet que é exagerado na peça. Quase todos os personagens são muito afobados e têm reações espalhafatosas que não condizem muito com a imagem que passam no original. Rosencrantz e Guildenstern, amigos do príncipe, por exemplo, são praticamente os cômicos da montagem. Sempre que aparecem são tão excessivamente… excessivos, que tudo dá um outro ar ao enredo.

Além das características dos personagens, a peça foi adaptada para ficar mais próxima de nosso tempo, o que contribui para a comicidade dela. Em diversos momentos os próprios atores pegam uma câmera a filmam uns aos outros, e a imagem aparece em um telão atrás do palco. Em alguns solilóquios do perturbado Hamlet, a técnica é utilizada para mostrar bem suas expressões ao público.

A montagem mais livre da peça também a diferencia das peças convencionais. O diretor e os atores deram uma aliviada no estilo e brincam constantemente em cena. Como são muitos os personagens coadjuvantes e poucos os atores, estes mudam constantemente de personalidade, às vezes em uma mesma cena, e quando ficam confusos falam como se aquilo tudo não passasse de um ensaio. São vários os momentos em que alguém vai tirar algo do cenário e esbarra em outra pessoa e pede desculpa ou que os atores conversam entre si ou riem das piadas que fazem. Atuação ou não, os momentos servem para descontrair e dão um ar menos conservador à peça.

Nada disso é mal, se assim soa. Na verdade, como é uma montagem, o diretor tem todo o direito de fazer como bem entender, e principalmente pela proposta de atualizar Hamlet e de torná-la mais leve e cômica, tudo isso cai bem ao final. Quase não se perecebem as 3h45 de peça, divididas em um intervalo de 15 minutos. Quem for mais conservador e não gostar de atualizadas, porém, certamente sairá decepcionado do teatro, principalmente logo depois de ver os atores todos vestindo roupas extremamente comuns à nossa realidade.

 

vBi

Agosto 30, 2008 Publicado por Lucas | cotidianices, recomenda-se | , , , | Sem comentários ainda

O Procurado

Depois de um tempo ausente devido a uma gripadinha, volto com uma resenha pequena.

O filme chama-se O Procurado. Aquele com a Angelina Jolie que ninguém deve ter dado muita atenção. (a não ser para ela). O enredo é simplíssimo, e chega a ser até ridículo: há uma ordem auto-denominada “Fraternidade”, de assassinos, que possui habilidades superhumanas – o coração deles bate a 400 vezes por minuto, o que faria com que vissem tudo de forma muito mais lenta e atenciosa que nós. Wesley (James McVoy), filho de um dos membros da ordem, é o personagem principal do filme, um rapaz que até “6 semanas atrás” (no tempo do filme) não passava de mais um americano.

James McVoy interpreta o rapaz Wesley

James McVoy interpreta o rapaz Wesley

A história toda muda quando Wesley descobre que não é uma pessoa comum, mas que herdou a genética de seu pai e tem que vingar a morte dele. Daí para a frente é aquilo que todo homem adora: muito sangue, tiro para todos os lados – a história toda do filme gira em torno de tiroteio e de armas e balas, na verdade – e muitas cenas mentirosas. Não faz muito meu tipo.

Não obstante, o filme é ótimo. Não sei se porque fui sem expectativa alguma, se porque a companhia era boa, mas apesar de todas as mentiras – balas que desviam de rumo e carros girando 360 graus com pessoas atirando -, é um bom passa tempo. Literalmente. É um belo filme para uma quarta-feira, por exemplo.

 

vBi

Agosto 28, 2008 Publicado por Lucas | cotidianices, recomenda-se | , , | Sem comentários ainda

O cansado Dalai Lama

O líder religioso tibetano, o Dalai Lama, cancelou duas visitas – ao México e à República Dominicana – que faria esta semana para poder realizar check-up médico após sentir-se extremamente exausto.
O Dalai Lama irá a Mumbai hospitalizar-se para tentar encontrar o problema em sua saúde que lhe tem causado mal-estar físico. Após isso, ficará 3 semanas em repouso.
O líder, de 73 anos, viaja constantemente ao redor do mundo pregando os ensinamentos do budismo. Após os conflitos pré-olímpicos entre Tibete e China, outra ocupação do Dalai Lama tem sido apaziguar a situação entre os dois países através de aparições públicas diversas.

vBi

Agosto 27, 2008 Publicado por Lucas | cotidianices, mundanas | , , | Sem comentários ainda

.Mixtape. goes Neu!

Ok. Eu já sabia da informação, mas achei melhor não divulgar nada porque não me cabia essa tarefa e por motivo de amizade. Perdi o furo depois que o Lúcio Ribeiro – do Popload – resolveu contar hoje aquela que é “a fofoca do ano” da noite paulistana: a festa .Mixtape., comandada pelo Dj Guab, sairá este final de semana do Milo Garage para reabrir em uma nova casa em um local totalmente…excêntrico – Água Branca.

Existente já há anos, a festa de sábado do Milo era a que mais lotava, e certamente sempre foi um exemplo de festa Indie na noite paulistana. Nunca houve festa que conseguisse disputar com as 4 horas de fila que aguardavam todos os sábados para ouvir o Dj indie mais famoso de São Paulo tocar, chovesse, fizesse frio ou calor.

Agora, a .Mixtape. se muda juntamente com o DJ e sua trupe para um novo lugar em São Paulo que provavelmente chamará-se “Neu” – que, coincidentemente, em Alemão significa “novo”. Além da festa de sábado, a Peligro, que acontecia às quintas, também vai junto. A última vez que ambas as festas acontecem no Milo Garage será esta semana.

Detalhes de como será o lugar ainda não foram dados, até porque ninguém visitou ainda a casa nova. Além das festas retiradas do Milo – imaginem como ele não deve estar -, a festa de sexta do clube Berlim, que é dos mesmos donos da Peligro, também deve mudar-se para o novo espaço, que deve ficar perto do Parque da Água Branca.

São Paulo precisava de uma casa nova, e a .Mixtape. precisava de um lugar mais aconchegante. Dá-lhe, Guab.

 

vBi

Agosto 26, 2008 Publicado por Lucas | Comportamento, Música, cotidianices, à noite... | , , , , , , , , , | 1 Comentário

O dedo russo

Perguntaram por meio de comentário qual o motivo de a Rússia ter entrado na disputa entre Ossétia do Sul e Geórgia. Não é uma pergunta respondível, até porque não sou russo e muito menos do governo russo, mas podem-se levantar algumas boas hipóteses.

A primeira hipótese é bem evidente: a Ossétia, na verdade, era um país que foi dividido entre Ossétia do Sul – pertencente hoje à Geórgia – e Ossétia do Norte – pertencente à Rússia. Os russos, seja por bondade, seja por interesses políticos, já inclusive reconheceram a independência da Ossétia do Sul. O que não ficam claras são as reais intenções russas na história toda. O discurso é o da bondade: os ossetas merecem ficar junto de seu povo; mas quisesse a Ossétia do Norte separar-se da Rússia, talvez a história fosse diferente.

Uma segunda hipótese para a Rússia ter entrado na guerra é o fato de o país desempenhar papel de mantenedor da paz na região do Cáucaso, e por isso os russos prefeririam acabar de uma vez com a disputa. Para acabar com ela, visto que os ossetas não querem fazer parte da Geórgia, a única saída seria apoiá-los na guerra. O problema desta hipótese é que a Rússia não é tão boazinha assim e possui claramente interesses políticos nisso tudo.

Também pode-se dizer que os russos estão lutando pela liberdade ao lado da Ossétia do Sul. A região não se sente parte da Geórgia cultural e socialmente falando, mas nenhum país, até hoje, havia reiterado sua independência, que não obstante já fora declarada.

Há ainda inúmeras hipóteses a serem levantadas, mas todas são muito pouco prováveis de serem verdade. Os russos devem ter alguma pretensão na região, mas para saber isso, só sendo um russo e do alto escalão do governo.

O fato é que tanto a Ossétia do Sul quanto a Abkházia são regiões autônomas com independência já declarada mas não reconhecida. Os povos são completamente diferentes daquele da Geórgia, e ambas as regiões preferem formar novos Estados do que se submeter às leis de um país que não os entende.

 

vBi

Agosto 26, 2008 Publicado por Lucas | comentários e observações, mundanas | , , , , | Sem comentários ainda

Meu irmão é filho único

Domingo é tradicionalmente dia de ir ao cinema. Eis que fui justamente ao dito cujo assistir a um filme sobre o qual não tinha ouvido falar e do qual não esperava nada: Meu irmão é filho único, da diretora italiana Daniela Luchetti. O filme, italiano, claro, é uma comédia divertidíssima e leve, com um pano de fundo político bem suave. Conta a história de dois irmãos da cidade de Latina que durante os anos 60 crescem juntos em meio a idéias políticas bem diferentes.

Accio, o irmão mais novo, é um italiano confuso que decide filiar-se ao partido fascista pensando que com isso poderia melhorar o mundo. Seu irmão, Manrico, é comunista e ativista. Os dois vivem discutindo, mas no fundo, o amor fraternal prevalece.

A história toma outro rumo quando Accio percebe que o fascismo não é a maravilha que imaginara, e daí para a frente o jovem decide esquecer a política depois de uma rápida passagem pelo comunismo. Seu irmão, no meio tempo, desaparece, deixando para trás a mulher – por quem Accio também é apaixonado - e um filho.

A trama do filme é bem divertida e leve. Apesar do cunho político, o filme não pretende pôr grandes questões em debate, apenas mostrar a história de dois irmãos que divergem em diversos assuntos – a política é somente um deles, mas Accio e Manrico nunca se entendem, mesmo quando o mais novo decide virar comunista por um breve período.

A trilha sonora é ótima – repleta de músicas italianas -, e a fotografia é bonita. É um filme divertido, tranqüilo e despretensioso. São inúmeras as gargalhadas do público durante a hora e meia de filme, que mal é sentida. Vale muito a pena, pois é um filme belíssimo.

 

vBi

Agosto 25, 2008 Publicado por Lucas | Pra Boi Dormir, comentários e observações, recomenda-se | , | Sem comentários ainda

Set-list da Sticky & Sweet Tour

Hoje começou oficialmente a turnê Sticky & Sweet da cantora Madonna em Cardiff, Reino Unido. A turnê deve passar por diversos países da Europa, América do Norte e termina em São Paulo no dia 18 de dezembro. Será uma das turnês mais caras de Madonna em toda a sua carreira – só em cristais Swarowski são £1 mi -, e das mais aguardadas.

Com o primeiro show, foi também divulgado o set-list oficial do Tour – disponível pelo Getty Images mesmo -, que pode variar de país para país em alguns detalhes, mas que se mantém basicamente o mesmo durante todo o percurso. Serão quatro “etapas” do show: Pimp, Old School, Gypsy e Rave. Cada um dos blocos possui figurinos diferentes e músicas adeqüadas ao tema.

Confira o set: (não me dei ao trabalho de tirar a marca do Getty Images porque achei desnecessário…)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

vBi

ouvindo: Into the Groove, Madonna

Agosto 24, 2008 Publicado por Lucas | Eventos, Música | , , , , , , | 2 Comentários

Plágio

Acho incrível a descrença das pessoas. Hoje fui acusado de plágio na faculdade porque escrevi um texto que continha a expressão “não obstante”. Aparentemente, usar essa expressão é requintado demais para um aluno do segundo ano de Jornalismo de seus 20 anos. Saber usar “este/esse”, também não pode entre os mais jovens, pelo que vi. No fim das contas, saio achando que saber simplesmente escrever corretamente em Português não deve ser tão bom quanto dizem…se você o faz, logo vem alguém meter o dedo na sua cara.

O exercício era simples: montar um slideshow com o tema “primera semana das Olimpíadas”. Montei, escolhi as imagens, escrevi os textos para acompanhá-las e enviai para a professora. Uma semana depois, antes da aula, recebemos as avaliações por e-mail, e na minha haviam interrogações na parte de “o texto foi escrito pelo aluno?”. Já sabia o que vinha pela frente.

O pior de tudo não é simplesmente duvidarem da autoria do texto – o que por si só já é algo muito delicado de se falar para alguém -, mas a pessoa ainda expôr isso na frente de todos. Provavelmente a professora não fazia idéia do que estava fazendo, mas é humilhante falarem que você plagiou algo de sua própria autoria ainda na frente de 20 outras pessoas. Imaginem a situação no âmbito profissional: o chefe acusando o subordinado de plágio no meio da redação. No meu caso não foi diretamente uma acusação, mas levantou-se a suspeita. Se era só uma suspeita, por que fazer na frente de todos?

Antes de acusarem alguém de algo tão grave quanto plágio, tenham certeza do que falam, mesmo que seja só levantada a suspeita. Se não tem certeza, procure outros textos da pessoa – no meu caso, a professora só tinha visto um. Vá atrás de blogues, pergunte a quem já conhece os textos, enfim, vá atrás para ver se a suspeita se sustenta. E se for o caso, não exponha a pessoa, porque pode não ser plágio, só uma inspiração divina momentânea.

 

vBi

ouvindo: Television Rules The Nation – Daft Punk

Agosto 22, 2008 Publicado por Lucas | Pra Boi Dormir, cotidianices | | 1 Comentário

Ineficiência de um sistema

O post de hoje é meio que um desabafo depois de um dia péssimo. A situação: procura de apartamentos em Campinas – uma cidade universitária – durante todo um dia quente de inverno. (irônico, não? é a pura verdade). O que aconteceu, no fim das contas, foi aquela velha história que se aprende no primeiro dia de aula da faculdade de Jornalismo: pauta está em TODO lugar. Sempre passamos por algo diferente ou acontece algo em nossas vidas que pode “dar pauta”.

O sistema imobiliário de Campinas deveria ser dos melhores. A cidade é a segunda maior do Estado de São Paulo, abriga a Unicamp, a Puc-Campinas, a ESPM-Campinas e a Facamp – entre outras -, e muitas pessoas que moram no interior resolvem mudar-se para lá. A realidade é bem diferente: um mercado que deveria ser altamente rotativo e esquentado é, na verdade, caótico e não muito ideal.

Em um dia de visitas a mais de 15 imobiliárias, nenhum apartamento foi alugado. Nem perto disso. Quando imaginava-se que o lugar perfeito finalmente fora encontrado, o corretor tratava de responder “este já foi alugado”. Mesmo depois de visitar o imóvel, deslocar-se até o outro canto da cidade, parecia que todos os apartamentos haviam magicamente sido alugados “enquanto voltávamos à imobiliária ou ontem”.

Se uma empresa do setor imobiliário coloca um anúncio de apartamento, possui a chave dele e ainda leva clientes para visitá-lo, imagina-se que o imóvel não tenha sido alugado. Parece que em Campinas o sistema funciona de outra forma: o corretor leva o cliente até o apartamento, mostra tudo, fecha preços e acordos para, ao chegar ao escritório, informar que o local já havia sido alugado há duas semanas, mas ninguém tirara do sistema.

Não aconteceu em uma única imobiliária, mas em quase todas, o que mostra um problema no setor. Ele ainda é muito falho e carente de organização. Ruim para a cidade, que recebe anualmente milhares de novos estudantes vindos de todos os cantos do interior paulista e mesmo de outros Estados.

vBi

ouvindo: nadinha

Agosto 22, 2008 Publicado por Lucas | comentários e observações, cotidianices | , | Sem comentários ainda