em Honduras…
tenho um amigo hondurenho com o qual estive conversando ontem para entender melhor o que acontece lá. é sempre mais bacana conseguir conversar com alguém que esteja de fato vivendo a situação do que acreditar apenas no que se ouve e lê nos jornais.
a primeira coisa que ele me contou e que ninguém está falando é que Tegucigalpa está, literalmente, um caos. não tem apenas toque de recolher: água, luz, meios de comunicação (telefone, internet, etc), tudo é cortado diariamente em horários aleatórios, para confundir a população. enquanto conversávamos por MSN, ele ficou offline algumas vezes por causa dos cortes.
além disso, ninguém pode mais sair às ruas depois das 18h, e o clima pelo país inteiro é de tensão. a maioria dos jovens parece não apoiar o governo golpista, mas ao mesmo tempo não sabem direito o que fazer. e as pessoas ainda estão com medo dos militares e da polícia, ambos aliados ao governo.
não consegui mais falar com esse amigo depois disso, mas assim que souber mais coisas, vou postando!
vBi
Tolerância das diferenças e as diferenças da tolerância
teve ontem um seminário muito legal no Itaú Cultural, em São Paulo, sobre a tolerância religiosa entre Cristãos e Muçulmanos (no mundo inteiro, mas, mais especificamente, na Nigéria). a palestra foi dada por dois religiosos, o pastor James Wuye e o muçulmano Imam Ashafa, e faz parte do ciclo de debates Antídoto
apesar do enorme romaticismo de ambos, a palestra ainda foi muito boa. foi uma aula sobre como grupos distintos, que geralmente não se entendem, podem chegar não somente a acordos, mas conviver em paz, principalmente em zonas de conflito constante como a Nigéria, país no qual islâmicos e cristãos são inimigos há anos.
o trabalho de James e Ashafa é inspirador. ex-militantes, eles resolveram acertar suas diferenças e lutar pela compreensão mútua entre os dois grupos religiosos que representam na Nigéria. seu trabalho foi crescendo e, hoje, eles militam pela Paz mundo afora, dando palestras e tentando convencer as pessoas de que etnias e religiões diferentes podem conviver.
claro, sendo ambos religiosos, era de se esperar que o conteúdo do seminário também o fosse. não que eles falassem apenas de religião, mas apelavam bastante para isso. nada demais, na minha opinião, mas algo que pode não agradar muitas pessoas – falo isso baseado nos comentários que ouvi pós-palestra. o mundo só não é tão romântico assim para receber bem duas pessoas que pregam o diálogo acima de tudo.
o Antídoto continua até este final de semana.
vBi
Kids ganha clipe finalmente!
“enfim”. é a única coisa que os índios do meu Brasil devem estar conseguindo dizer neste momento! se Cuba ontem foi A notícia, hoje, no mundo indie, o clipe de Kids é a bomba. a música, mais famosa do grupo MGMT, e hit indie do ano passado, ganhou finalmente clipe. hoje, no site oficial, foi postado um link para o vídeo.
o filminho é tão psicodélico quanto a banda e a música. não esperem muita coisa. mas o que vale mais a pena é o bebê! ele é muito bacaninha! dá um pouco de dó porque ele sofreu o clipe praticamente inteiro, mas os caras do MGMT garantem que ele não foi machucado de forma alguma. mesmo assim…
nada de muito especial, mas, ainda assim, um dos clipes do momento. não quero contar nada, que é para todos terem o gostinho de assistir sem saber quase nada. (bom, tá, que ia ter pelo menos um “kid” todos deviam imaginar, então aquilo não entra nisso! hahaha)
5, 4, 3, 2, 1…
vBi
cuba na OEA: não tem como não comentar
eu até já postei sobre isso no Farol de Alexandria, mas é impossível não comentar A notícia de hoje: a revogação da expulsão de Cuba da Organização dos Estados Americanos (OEA).
para o governo cubano em si, essa medida não muda em nada, já que tanto Raúl quanto Fidel Castro disseram que não têm interesse em voltar a fazer parte do órgão. mas, mesmo assim, é algo importante, pois mostra que, pelo menos ao que parece, as imposições contra Cuba estão caindo.
é claro que ainda é cedo para falar em “fim do desembargo” a Havana, mas, quem sabe? o importante é que a OEA tomou uma decisão importante e simbólica. e, mesmo que os cubanos não queiram, ainda assim foi um gesto bacana – inclusive dos EUA, já que também são membros da organização.
vBi
o e-mail 2.0
a notícia mais barulhenta desses últimos tempos, para os geeks e nerds de plantão – depois da E3 -, foi o anúncio que o Google fez sobre seu novo aplicativo, o Google Wave. (ou, em outras palavras, como definido pelos próprios inventores do Wave, o “e-mail como ele seria se tivesse sido criado hoje). o nome é bem sugestivo, dado que wave, em português, quer dizer “onda”, e é bem isso que o Google propõe: uma ferramente que funcione em ondas, continuamente.
a ideia do novo “e-mail” é juntar tudo numa coisa só: mensageiro instantâneo, correio eletrônico, serviços de compartilhamento de arquivos e outras coisas mais, com a diferença de que tudo será instantâneo. tá, o MSN já faz muito disso. não, ele não faz. o “instantâneo” do Wave é instantâneo mesmo; enquanto você escreve sua mensagem, responde a um e-mail, a pessoa do outro lado do mundo poderá ler, letra por letra, aquilo que você quer dizer!
além disso, quando o usuário do Wave quiser compartilhar fotos, bastará que ele as arraste para seu “wave” (como eles estão chamando as “conversas”) e, na mesma hora, a(s) outra(s) pessoa(s) já as estará(ão) vendo! tudo de forma muito simples e prática.
o melhor de tudo é que o conceito de Wave será livre. isso quer dizer que não importa quem mais o queira usar, poderá. ou seja, Google Wave é só o nome da ferramente do Google, mas pode vir a existir o MSN Wave, o Yahoo Wave e etc. o que o Google venderá é a ideia Wave.
a ferramente ainda está em fase beta de testes, e só é aberta para poquíssimos usuários, mas o Google pretende lançá-la ainda este ano. será, certamente, A revolução da internet.
vBi
resenha de entrevista de “Fred Halliday”
faz tempo que eu não posto…principalmente que não coloco alguma coisa feita para a faculdade. bem, hoje vou colocar um texto do qual nem gosto tanto assim do estilo, mas acho o conteúdo ótimo! a discussão que faço no texto, embora talvez nem tão bem articulada, é interessante. é uma “resenha” de uma entrevista que o cientista político Fred Halliday deu ao Globo News. como eu gosto desse assunto, dessas coisas relacionadas a cultura, resolvi postar. ah, para que fique claro, embora não pareça, eu sou muito mais adepto do Huntington que do Halliday. maaaas…
***
“Deixe-me ser sincero. Não acho a cultura um elemento importante nas relações entre o Oriente Médio e o Ocidente.” É com essa frase categórica que Fred Halliday, irlandês e especialista em Relações Internacionais, responde quando indagado, em entrevista, sobre o “choque de civilizações”. O cientista político, especialista também em assuntos do próprio Oriente Médio, argumenta de forma bem diferente de Samuel Huntington – cientista político que criou a teoria de que os grandes conflitos da era atual serão de cunho cultural.
Para Halliday, os problemas na região do Islã e no mundo muçulmano são muito mais profundos que apenas relativos à cultura. Os árabes não estão preocupados com religião 24 horas por dia; não são todos terroristas e antiamericanos. Essas pessoas levam uma vida como qualquer outra, e têm preocupações tão banais que não explicam, em si, todos os conflitos.
Uma série de conceitos pré-concebidos acerca dos países do Oriente Médio pode ser a explicação para argumentos, segundo Fred Halliday, fracos. O livro 100 myths about the middle east, traz justamente os fatos mais correntes que os ocidentais costumam usar ao se referirem aos árabes e que, de verdade, pouco têm.
O cientista político irlandês não desmitifica 100 teses, mas ele mostra que algumas coisas são muito menos simplórias que simplesmente afirmar que “os Estados Unidos invadiram o Iraque, em 2003, por causa do petróleo”. Muitas de nossas opiniões são baseadas em mito que chegamos a saber por uma mídia quase que exclusivamente ocidental – que tenta cobrir um mundo não-ocidental.
É claro que a cultura, porém, tem sua importância para Halliday. O que não se pode dizer é que existe um “choque de civilizações”, e que este se dá justamente apenas entre o Ocidente e o mundo árabe.
Os conflitos no Oriente Médio possuem raízes tanto na constituição dos Estados da região quanto em suas culturas e em suas políticas. O embate entre Ocidente – Europa e EUA – e islâmicos não é simplesmente uma diferença entre dois povos, mas entre ideologias diferentes. E nem são os árabes os vilões que os EUA pintaram, nem é o Ocidente o malvado que os radicais islâmicos costumam dizer que são.
Enquanto muito do que se sabe sobre os muçulmanos aqui no Ocidente vem de fontes também ocidentais, cria-se um imaginário de que os árabes sejam atrasados, tradicionalistas e opostos ao nosso estilo de vida. “Essa é a explicação favorita do mundo Ocidental para a condição do mundo árabe nos anos 1990 e 2000”, escreveu Fred Halliday.
A verdade é que os árabes não são excluídos do mundo, e, ao contrário do que se imagina, não são uma só massa civilizacional, homogênea e unida. Não é nem preciso citar a invasão do Kuwait, as disputas entre os países da península árabe e o Iraque e os conflitos políticos entre os países muçulmanos para entender que eles não se dão tão bem assim.
Mesmo no que concerne à economia, os países árabes são bem heterogêneos, e enquanto Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, por exemplo, veem suas economias prosperarem, há regiões pobres como a Líbia e outros países muçulmanos africanos. “Não existe [portanto] nada como a ‘Economia Islâmica’ mais do que algo como o ‘Sistema Bancário Islâmico’, ‘Aeronáutica Islâmica’ ou a ‘Matemática Islâmica’”, afirma Fred Halliday. O que ele quer dizer é que não há como generalizar tudo ao “Mundo Islâmico”.
O Mundo Islâmico, na realidade, não existe. Ele existe como a congregação de países islâmicos, mas não como uma grande região de economias, populações e políticas iguais. Pegue-se, por exemplo, os casos da Tunísia e da Turquia, países nos quais o uso do véu pelas mulheres, em prédios de repartição pública, é proibido. E aí tem o Irã, aonde o uso do véu é obrigatório em qualquer ocasião
Falar em uma grande civilização islâmica, portanto, não significa que todos esses países – tão diferentes um do outro – sejam iguais e antiocidentais. E os problemas dos árabes não podem também serem todos jogados em cima dessa “islamitização”.
O que Fred Halliday diz é que, embora grandes líderes árabes de hoje defendam o anti-imperialismo, sejam contra o Ocidente e tratem o mundo árabe como uno, o grosso da população não está nem aí para isso tudo. O que as pessoas querem é emprego. Muitos, inclusive, nem são a favor da disputa com o Ocidente, não são consumados por esse ódio anti-ocidental.
Não se pode, portanto, falar em disputa cultural quando apenas uma elite mantém-se em conflito com o Ocidente. Não é a cultura muçulmana que tem, quase que intrínseca a si, antipatia pelos ocidentais – pelos EUA mais ainda. São esses próprios “mitos”, essas inverdades mesmas, criadas quase que todas pelo próprio Ocidente, que alimentam uma animosidade demonstrada por aiatolás, xeques e terroristas – mas não pelos árabes per se.
Chamar de “choque de civilizações” o embate entre Oriente Médio e Ocidente é simples demais. Pode significar desmerecer uma série de outros fatores culturais, mas também políticos, econômicos e ideológicos que fazem de cada Estado árabe também muçulmano, também islâmico, mas não necessariamente radical.
vBi
Photographers, Reuters
para mim, o blogue mais sensacional do momento é o Photographers, da agência Reuters. a ideia é bem “simples”: os fotojornalistas da Reuters publicam suas melhores fotos, acompanhadas de texto. e o mais bacana de tudo é que os textos seguem bem aquele padrão jornalístico estadunidense: como se os jornalistas estivessem contando uma história, mas acompanhada das fotos – extremamente ilustrativas, claro.

outro dia teve uma postagem que me fez levantar questionamentos acerca dos critérios de seleção de “melhor foto jornalística do mundo inteiro”, que aqueles prêmios costumam dar. não há uma foto do Photographers que eu não ache incrível, e não há um post que seja sem graça. hoje mesmo, o jornalista Fayaz Kabli, enviado à Cashemira, fez uma postagem sobre o conflito na região, e quais são os principais desafios de um enviado à uma zona de conflito. uma das fotos mais impressionantes, para mim, é a terceira, que mostra um soldado sozinho contra uma multidão que está atacando pedras nele.
também acho bacana o conceito do blogue de não ser uma coisa estritamente jornalística. quero dizer que alguns fotógrafos, como Kabli, postam para também dar dicas a outros fotojornalistas, ou para simplesmente contar alguma experiência. além disso, os conteúdos nem sempre são sérios! os posts podem ser sobre qualquer coisa, o que importa mesmo são as imagens – elas que definem o assunto, elas que devem ser ótimas.
além de tudo, é um blogue, geralmente, descontraído e leve. por mais que hajam posts sobre guerras e algumas imagens fortes, o grosso são os textos leves e imagens interessantes. mesmo quando o fotógrafo está em uma região de conflito, algumas vezes ele conseguiu capturar alguma cotidianice do lugar, alguma curiosidade do povo local, enfim, nem sempre algo de ruim…
vale muitíssimo a pena acompanhar! assinem o feed.
vBi
140

“minha meta é conseguir dormir 8 horas essa noite. vou conseguir!“. “@biafalcao – Vc tava mais pra arrastão do que pra protesto mesmo”.”Play With Your Food, Just Don’t Text! http://bit.ly/kXeQb”. assim é o dia-a-dia de um twitteiro: caótico, aparentemente sem sentido algum e cheio de informação – útil e inútil.
depois da febre fenomenal da ferramenta Twitter - serviço de “mini-blogging” online -, era de se esperar que alguém tivesse a grande ideia de explorar de outras formas a ferramenta. e foi o que Frank Kelly, diretor de cinema irlandês, resolveu fazer: levar ao extremo o conceito de “o que você está fazendo (neste exato momento)?”, pergunta-chave do passarinho azul.
inspirado na conectividade, sincronicidade, loucura e caos que é o Twitter, Kelly propôs algo bem simples: contatar 140 pessoas, mundo afora, que, no dia 21 de Junho, deverão todas filmar, ao mesmo tempo, 140 segundos do que estiver acontecendo em suas vidas. é o Twitter cinematográfico. do material recolhido, Frank fará um documentário de aproximadamente 90 minutos sobre o que ele descreve como “um dia na vida do planeta”.
o tema central das filmagens será “tudo aquilo que conecte quem estiver filmando ao seu lar”, afirmou o diretor em entrevista à revista Paste. baseados nisso, os 140 “diretores” podem filmar qualquer coisa que queiram, contanto que o façam sincronizadamente e que sejam honestos no que concerne ao tema. para o irlandês, não será difícil conseguir isso, pois o recrutamento para as filmagens foi todo voluntário.
até o momento, devido às reportagens em diversos veículos online – inclusive brasileiros -, Frank Kelly já conseguiu voluntários de mais de 15 países, entre eles Singapura, Holanda, China e Costa Rica. os representantes brasileiros, por enquanto, são apenas 3 – um dos quais eu mesmo. o recrutamento aleatório parou em 120 pessoas, quando o diretor decidiu ser mais criterioso e levar em consideração que o filme fica mais rico conforme mais pessoas de mais nacionalidades participam. ele, portanto, só está aceitando inscrições de gente de lugares novos.
quem for filmar deve sabe das regras, e o estará fazendo por livre e espontânea vontade. por esse motivo, Kelly avisa que, durante apenas esse dia de suas vidas, essas 140 pessoas devem ficar acordadas as 24 horas, ou até o momento em que ele avise, por um twit, claro, o momento de início das filmagens.
vBi
você faz xixi no banho?
são maravilhas de campanhas como essa que fazem o dia de todos mais alegre. ainda bem que meu irmão colocou no Twitter!
http://www.xixinobanho.com.br/
o site – e a campanha – é da entidade SOS Mata Atlântica, que luta pela defesa ambiental. a ideia é simples: fazendo xixi durante o banho – e convenhamos, muita gente aí deve fazer -, a pessoa economiza, diariamente, 12 litros de água – uma descarga. imaginem se todos fizessem isso?
tá ok, parece nojento. quando ouve-se da primeira vez realmente não dá uma boa impressão. mas, como bem explica a campanha, todo o repúdio à prática foi criado, na verdade, pelo imaginário popular. a urina não traz doença, não é nojenta – quase 95% de água – e não afeta em nada. claro que ninguém está manjando fazer xixi no próprio pé! é só mirar no ralo!
vBi
quando o erro passa desapercebido…
quem assina a revista Veja deve ter se surpreendido com a edição desta semana, datada de 15 de Abril. a capa, que promete falar do novo sistema de vestibular, é mais enganosa do que parece, porque a revista não fala disso. aliás, a revista Veja desta semana não tem nenhum texto que valha realmente a pena ler, e sabem por quê? porque a versão impressa e entregue aos leitores é de 4 de Março!

a Veja de "15 de Abril"...parece mais piadinha de 1º de Abril com atraso!
sim, seria de se aceitar que um jornalista errasse uma matéria e esta passasse desapercebida em uma “reimpressão”. mas errar uma revista INTEIRA?!
comecei a perceber o erro quando reparei que muitas das fotos estavam repetidas. não gosto de ler a Veja, mas sempre a folheio. fui vendo e pensando “nossa, eles não têm nem criatividade para mudar as fotos das matérias”. mas aí vi uma nota sobre o carnaval. na próxima página, uma matéria que eu tinha certeza que já tinha lido. aí pensei “gente, que dejavu forte esse! vou jogar na mega-sena!”.
não deu para jogar na loteria. o problema era com a revista mesmo. fui olhar no rodapé de cada página e praticamente 90% da revista estava datada como sendo do dia 4 de Março. e não era erro na data. era mesmo a versão desse dia.
como eu já disse: ok a pessoa errar uma matéria, uma nota, uma foto. às vezes o editor está cansado. mas duvido muito que ele mantenha seu cargo depois de estragar uma revista por completo. e a confusão não foi nem de uma semana para a outra! foi com um mês de diferença entre as versões impressas!

não sei se vai dar pra ler, mas dá pra ver que é a mesma capa e a data da matéria é 4/3
não sei o que a Veja fará para consertar isso, se eles pedirão desculpas ou o quê. tenho quase certeza de que o problema foi geral, porque vi mais de um exemplar errado. agora a gente só ri da cagada e lamenta ser esse o nível do jornalismo deste país, em que uma das princiapais revistas de circulação nacional da uma reimprimida de uma versão do mês passado.

pra quem achar que é brincadeira, pegue a revista de 4/3 e veja se essa matéria e essa foto num aparecem lá também
dá-lhe!
vBi
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